quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

O livro didático: mocinho ou vilão?



O livro didático é muito importante e muito bom, pois auxilia o professor e o aluno. O problema se instala quando o professor faz o livro de cronograma e segue religiosamente todos os seus passos e conteúdos em ordem e sem modificar ou acrescentar nada, e sem também mudar as aulas. Vira monotonia.
O docente precisa estar apto a consciliar o livro didático a aulas diferentes, com materias e recursos novos e não necessariamente seguir todos os passos de um livro. O prefessor tem e deve usufruir de sua autonomia em sala para propiciar uma aula diferente quando necessário e ao seu modo, sem seguir um modelo pronto que alguém lhe deu. É preciso tomar um certo cuidado quanto a isso.

Midias Digitais - TV na Escola e Os Desafios de Hoje




Desde a sua invenção até os dias atuais, a televisã tem fundamental importância na educação. Hoje em dia tem até um papel mais relevante, uma vez que é um veículo de comunicação em massa e está presente na maioria das casas dos brasileiros.
Tendo um papel tão importante, acredito que a televisão teria que te uma programação mais educativa e instrutiva do que "distrativa", e em horários conveniente à maioria dos brasileiros. Como o video mostra, os programas da televisão brasileira precisam ser repensados e reformulados, de forma a melhorar seu contéudo, não apenas criando modas e ditandos beleza.

domingo, 27 de novembro de 2011

TIC e a Pedagogia

Ao contrário do qe se poderia pensar, a chegada do computador às escolas remonta a um bom número de anos. Durante os últimos 50 anos, muitas mudanças sacudiram o mundo da educação: a chegada da televisão, os novos meios de transporte, as novas tecnologias da irnformação e comunicação. Essas tecnologias revolucionaram vários hábitos da sociedade.
Essa presença exponencial das tecnologia anuncia também uma revolução não só na edcuação mas especialemnte na pedagogia.
Me referido aos países do hemisfério norte, nos anos de 1970, a escola viveu a crise do audiovisual: equipamentos frágeis e volumosos que custavam caro, consertos que levavam um tempo enorme, compatibilidade complexa entre os diferentes aparelhos. Mas o que parece ser a razão fundamental do fracasso escolar do audiovisual é que a introdução foi realizada à margem da pedagogia. Não se soube o que fazer com as ferramentas mal conhecidas.
Foi nesse contexto que os primeiros computadores entraram tranquilamente nas escolas, no final dos anos de 1970. Os governos da época estavam animados por uma dupla vontade: iniciar os alunos ao computador e ensinar a utilizar os softwares.
Logo, a primeira linguagem de computador para as crianças, teve uma imensa popularidade em Quebec, na França e nos EUA. Apesar dos progressos dos anos de 1970, contata-se que 3 décadas depois, na educação, entretanto no centro da economia do saber, a introdução das tecnologias se revela excessivamente lenta. Para muitos, a escola evoluiu pouco desde o tempo em que era reservada à elite; suas estruturas rígidas, fazem dela uma instituição do passado. A colaboração TIC-pedagogia é bem mais do que laboriosa: é discreta e limitada a certos docentes atípicos.
Ao contrário do que se poderia pensar, parece que ainda existe uma distância muito grande entre o meio escolar e a sociedade impregnada de tecnologias, na qual vivem os jovens. Se a escola tem por missão preparar melhor os futuros cidadãos para os desafios do terceiro milênio, ela tem a obrigação de favorecer a associação entre as TIC e a pedagogia. Seria do seu dever aproveitar o gosto suscitados pelas novas tecnologias da informçaõ e da comunicação. Também deve aproveitar as possibilidades novas, convidativas, promissoras e diversificadas que as TIC representam para a formação dos jovens e ir bem além do ensino tradicional. A escola não pode ignorar as tecnologias, sob pena de ser desacretidata.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

A cada dia as crianças e adolescentes estão mais íntimos dos computadores e com mais interesse em navegar na internet. Essa característica deve ser aproveitada pelo professor para trabalhar alguns conteúdos curriculares. Aquestão é: como incorporar a tecnologia ao cotidiano escolar? Ter computadores é o primeiro passo.
Uma pésquisa realizada pelo Ibipe em 400 escolas públicas de 14 capitais brasleiras, mostrou que 98% das ecolas têm computadores e 83%já têm internet em banda larga. Entretanto, nas cidades do interior a realidade é menos otimista.
Em contrapartida à presença de computadores em boa parte das escolas nas capitais brasileiras, apesar de 29% das escolas terem participado de formação em TIC's, a maioria dos professores considera os cursos pouco úteis para o dia a dia da sala de aula.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Analógico X Digital

Analógico: Varia a intensidade.
Um computador analógico realiza operações aritméticas por meio da analogia (sistema de representação de fenômenos por meio de pontos de semelhança), ou seja, não trabalham com números ou símbolos que representem os números


Digital: há apenas duas opções. Ou o "tudo" ou o "nada"
Um computador digital trabalha diretamente com números, ou seja, realiza operações diretamente com números enquanto os analógicos medem.


Fazendo uma analogia com o corpo humano, a informação transmitida pelos neurônios é digital, já que os impulsos excitam ou inibem as respostas sinápticas, mas em forma de tudo ou nada. Em contrapartida, o sistema humoral é analógico, já que solta ou não substâncias em quantidades volúveis.